Quinta-feira, Janeiro 26, 2012

De (excelentes) regressos...





Old Ideas marca o regresso de (Mr.) Leonard Cohen, que diz (aos 77 anos) sentir-se "autorizado a cantar blues"...




Com chegada agendada para a próxima segunda-feira, disponível em audição integral...
Dez novas canções, marcadas pela (habitual) espiritualidade, amor e morte...
Nas suas palavras: "É um manual para viver com a derrota"…

Em atentas (repetidas) audições...

Fica Show Me The Place...

Segunda-feira, Janeiro 23, 2012

Posto de escuta...







De Nashville - Tennessee, chega (ao físico mundo) a 21 de Fevereiro 2012, Mr. M, pela mão e arte dos Lambchop...






Belíssima companhia em tardes de (invernal) trabalho...

Destaque para Kind ofButtons e para a (inicial) pérola: If Not I'll Just Die...

Sábado, Janeiro 21, 2012




"(...)

Soft view
White snow
Still life

This beauty is so tragic too

Few tears
Few miles

Between
My vision and your calm routine

Naked trees around
The swimming pool
Old leaves left on the ground
I finally open up this window

Naked trees around
The traffic lights
No kids no birds no sound

And I'm standing here
Happy to be here now
Here and now

Horas horas tantas horas
Medos medos tantos medos
E mais medos...

Não quero voltar cedo
À certeza de ter menos.
Ter certeza de que espero horas.


(...)"
(Open Window | The Gift - Primavera)


Sexta-feira, Janeiro 20, 2012

De (excelentes) confirmações...






"(...) Os The Cure estão confirmados no Optimus Alive.

A banda de Robert Smith regressa a Portugal a 14 de Julho. Para a mesma data, já estava confirmado o nome de Florence + The Machine.
Os Cure vão apresentar um alinhamento que ultrapassa as duas horas e onde vão estar incluídas canções de todos os 14 álbuns de estúdio, incluindo o épico «Wish», que comemora este ano o 20º aniversário. Em conferência de imprensa, Álvaro Covões anunciou a intenção de esgotar «os dias todos do festival».
Para já, foram vendidos dez mil bilhetes para os dias 13 e 14 e 20 mil para o dia 15 em que tocam os Radiohead. Desses, 3400 são estrangeiros com especial incidência nos ingleses e espanhóis. (...)"


(in http://discodigital.sapo.pt/)
De uma banda com a qual "cresci", entre muitas outras pérolas, fica uma das canções que mais (me) marcou...

Quarta-feira, Janeiro 18, 2012

Posto de escuta...





De "Manniano" nome, A Montanha Mágica é a mais recente obra de Rodrigo Leão.



Em atentas (invernais) audições...

Fica uma das (minhas) pérolas: Terrible Dawn (com belíssima voz de Scott Matthew) e uma breve apresentação "integral" da obra...




Segunda-feira, Janeiro 16, 2012

Posto de escuta...

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Rooms Filled With Light marca o regress dos Fanfarlo...



Fica o single Shiny Things, cujo vídeo "nasceu" de...
"(...) After meeting the lovely Tim Nackashi in New York at the end of last year we decided to make a video together, and after some discussions about magpies, dinosaurs, television and the Aztecs, this is what happened…(...)

Sexta-feira, Janeiro 13, 2012

De (artística) expansão...





“(…) Guggenheim de Helsínquia será o sexto museu da família.
Um novo museu Guggenheim pode estar a caminho, depois de a Fundação Solomon R. Guggenheim, que administra os museus, ter dado luz verde para a construção de um novo espaço em Helsínquia, na Finlândia.
Esta terça-feira, os representantes da Fundação apresentaram na capital finlandesa ao presidente da Câmara de Helsínquia, Jussi Pajunen, um estudo sobre a viabilidade do projecto para o potencial museu Guggenheim. No site da Fundação, pode-se ler que ainda não foram tomadas decisões mas que foi apresentado o projecto de construção do edifício, para a zona costeira da cidade.
Segundo os planos apresentados, o museu deverá abrir em 2018.
(…)

Quarta-feira, Janeiro 11, 2012

De cénicas e visuais artes

Em recente visita à capital, tempo para ver, ouvir e sentir (fabulosos) momentos...



Recomendo vivamente Vermelho - Teatro Aberto (sala vermelha)




Sinopse



Nova Iorque, 1958-1959. O pintor Mark Rothko contrata Ken, um jovem assistente, para o ajudar na execução de um trabalho que lhe foi encomendado. Trata-se de uma série de murais para o luxuoso restaurante Four Seasons, integrado no edifício Seagram, um projecto inovador dos arquitectos Philip Johnson e Mies van der Rohe. Enquanto misturam as tintas e preparam as telas, Rothko expõe as suas ideias sobre a arte, reportando-se aos pintores que o antecederam, como Caravaggio ou Miguel Ângelo, e aos seus contemporâneos, como Jackson Pollock ou Andy Warhol: a arte deve propiciar o encontro do homem consigo próprio e com o mistério da existência e não ser um mero objecto de divertimento e decoração. No diálogo entre o mestre e o discípulo, desenvolve-se um intenso processo de reflexão que os transforma a ambos e os leva a procurar novos caminhos.Escrito pelo autor norte-americano John Logan em 2009 e distinguido com vários prémios de teatro, Vermelho é um diálogo apaixonante sobre a arte e a vida que envolve não apenas artistas e criadores como também os seus cúmplices, os espectadores.


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Passagem (em fim-de-semana de encerramento) pela exposição 'Natureza-morta na Europa –Parte II' na sempre (grande)  Fundação Calouste Gulbenkian...






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Visita ao (palpitante) espaço Teatro do Bairro... Concerto com The Happy Mess...
Fica Kissing Mirrors...



Terça-feira, Janeiro 10, 2012




"(...) As lágrimas que choro
Não são penas, são só sonhos
Os olhos que choram
Lêem mundo, mil poemas

Só o amor consigo eu resolver...

Provei outro mar
Sequei outro sol
Vivi, confesso que vivi
Morri e renasci
Em ti
Por ti
Sem ti
Morri
Senti
Não desisti
Por ti
(...)"

Segunda-feira, Janeiro 09, 2012

De (aguardados) lançamentos...




Pela mão (e musical sensibilidade) dos The Gift "Primavera" chegou hoje ao mundo...

"(...) No princípio era a ausência de cor…Pegar nas melodias que há muito existiammas que o tempo ou a ausência de tempo fizeram esperar.
Onde colocaria eu o medo de as gravar.O medo antigo de gravar.E o receio da incompreensão. E o medo da pressão.E os medos cresceram. E os medos perderam-se.
Perderam-se porque a força que o piano me transmitia,cada vez que o ouvia, acabava com todos os receios,com todas as ausências de cor.A força das duas mãos e do som que elas produzemsobrepunha-se a essa ausência.
Primavera sempre foi o nome que unificava as melodias.Primavera sempre aqui esteve.Sobreviveu às noites de chuva, aos dias de calor,às folhas caídas, às folhas em branco,às noites de explosão de cor, aos concertos ao ar livre e aqueles dentro de portas.Sobreviveu.Sobrevivi e renasci. (...)"
(The Gift)

Magnífico!

Ficam duas das minhas (iniciais) pérolas: Les Tulipes de Mon Jardin e The Meaning of Life...