"(...) As pedras deixam-se alisar com o tempo, numa carícia prolongada, em que vão ganhando rugas onde havia arestas. (...)"
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De forma a amenizar o esforço que é, cada vez mais, estar na Escola à espera de aulas para "dar" (substituíndo colegas), com sentido prazer, "devorei", em pouco mais de uma hora, o mais recente Histórias de Escano e Soalheira, de Luís Vale.
Luís, Parabéns e Obrigado, pela partilha (nas "rugas" da amizade e da sabedoria)...












