segunda-feira, abril 13, 2015
sábado, abril 11, 2015
quinta-feira, abril 09, 2015
domingo, abril 05, 2015
De aniversários...
"10 years, an anniversary that deserves to be celebrated in order to emphasize what Casa da Música really is. Its conductors and musicians, the Education Service, the incentive to contemporary creation, the associated groups and the diversity of musical styles and genres are naturally at the centre of this celebration. Throughout the building you will find the signs of an intense decade in posters and photographs, the sounds of the 13 operas produced or co-produced by Casa da Música and musical miniatures offered by internationally renowned composers. The open rehearsals and guided tours complete this party that will continue late into the night with a special edition of NOS Club."
quinta-feira, abril 02, 2015
quarta-feira, abril 01, 2015
Do mundo...
("Untitled" - Fuyuhiko Natsume)
"Esta é a época da telepatia. Todos pensam em todos e em tudo. Pessoas que nunca se conheceram nem tencionam conhecer-se escrevem mensagens carinhosas nas redes sociais, e dormem mais descansadas por se sentirem conectadas com o mundo e com os outros."
(Inês Pedrosa in "Desamparo" - 2015)
terça-feira, março 24, 2015
De despedidas...
(A)Deus (gigante) Herberto Helder...
"O Ofuscante
Poder da Escrita"
O sentido da literatura, no meio dos
muitos que tenha ou não tenha, é que ela mantém, purificadas das ameaças da
confusão, as linhas de força que configuram a equação da consciência e do acto,
com suas tensões e fracturas, suas ambivalências e ambiguidades, suas rudes
trajectórias de choque e fuga. O autor é o criador de um símbolo heróico: a sua
própria vida.
Mas, quando cria esse símbolo, está a
elaborar um sistema sensível e sensibilizador, convicto e convincente, de
sinais e apelos destinados a colocar o símbolo à altura de uma presença ainda
mais viva que aquela matéria desordenada onde teve origem. O valor da escrita
reside no facto de, em si mesma, tecer-se ela como símbolo, urdir ela própria a
sua dignidade de símbolo. A escrita representa-se a si, e a sua razão está em
que dá razão às inspirações reais que evoca.
E produz uma tensão muito mais
fundamental do que a realidade. É nessa tensão real criada em escrita que a
realidade se faz. O ofuscante poder da escrita é que ela possui uma capacidade
de persuasão e violentação de que a coisa real se encontra subtraída.
O talento de saber tornar verdadeira a
verdade."
Herberto
Helder, in 'Photomaton & Vox'
terça-feira, março 17, 2015
Leituras do momento...
Sinopse
“Kalum ru Kurea ru Kinaar, um velho corvo de
trinta e oito anos, é o narrador desta história e é pelo seu bico que nos é
dado a conhecer um episódio que abalou a Família e que, por pouco, não causou a
sua destruição. A Família inicia a sua viagem anual migratória em direcção à
Árvore da Reunião, local onde há muito os vários clãs se encontram para
discutir problemas que estejam a afectar a comunidade, para contar histórias
aos mais novos ou mesmo para acasalar. Kalum faz-nos entrar num mundo
fantástico que tem como personagens principais Kyp, Kym e Kuper, representantes
de uma geração mais nova, mais inconsciente mas, ao mesmo tempo, mais corajosa.
Kyp é o corvo destemido, o mais hábil a voar, mas também o mais irreverente.
Kym é a figura feminina da história, um corvo mais sensato e curioso que faz a
ligação com o ser humano. Já Kuper representa o lado mais solitário do corvo:
quando toda a sua família foi morta pelos humanos, viu-se obrigado a aprender
tudo sozinho, o que o tornou uma figura mais distante, mas muito importante
para o desenrolar da aventura. A Reunião Anual é abalada quando um gato ataca
uma cria e Kyp, sem consultar a Família, organiza uma Revolta para se vingar do
felino. Como consequência deste episódio, Kyp é julgado e temporariamente
afastado do grupo. Durante a sua ausência, Kuper e Kym acabam por ter contacto
com ele e é por esta altura que começa a surgir entre eles uma espécie de
triângulo amoroso.
Como se não bastasse os clãs terem-se dividido
em consequência do ataque ao gato, uma outra desgraça vem abater-se sobre a
Família: um nevão que obriga a comunidade a abandonar a Árvore protectora e
aventurar-se pelo mundo subterrâneo, um mundo proibido, onde vivem… gatos.
Repleto
de humor, sentimento e de acção, este livro não pára de nos surpreender, até
porque tem um ritmo extraordinário, que nos faz querer ler sempre mais.”
(in
wook.pt)
domingo, março 15, 2015
Posto de escuta...
Em repetidas (crescentes) audições...
Fica a amostra...
quinta-feira, março 12, 2015
De (teatrais) espetáculos...
Esta noite, no TMB - Teatro Municipal de Bragança.
Até lá...
SINOPSE
"Espectáculo com
criação e produção de Teatro Bruto, encenação e adaptação de Ana Luena, a
partir de texto de Valter Hugo Mãe, interpretação de Margarida Gonçalves,
música original de Peixe, desenho de luz de Rui Monteiro.
Esta é a história de uma mulher anã que vive à sombra
da piedade dos habitantes de um pequeno povo do interior. A anã, que apenas
mede uns oitenta centímetros, desengonçada e atrapalhada no andar, sempre a
gemer de dores, é para as outras mulheres como um ser rasteiro, como uma
criança que nunca cresce. "Sem que fosse gente, dizia-se". A sua
existência limita-se, aos olhos dos outros, à sua deformidade, à sua
monstruosidade, à intransponibilidade daquele corpo. Vive das sobras das
pessoas grandes, do amor possível - o amor dos infelizes."
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