Até lá...
quarta-feira, abril 06, 2016
De Teatro...
Até lá...
domingo, abril 03, 2016
Leituras do momento...
"Romance arrebatador e inesquecível sobre o desejo, o rancor e o perdão, 'Assim Começa o Mal' é o novo livro de Javier Marías, um dos maiores autores da atualidade. (...)
(...) Na fervilhante Madrid pós-ditadura franquista do início dos anos 1980, Juan De Vere começa a trabalhar como secretário particular do cineasta Eduardo Muriel..."
(in companhiasletras.com)
sábado, abril 02, 2016
De Teatro...
No âmbito do "27 - Festival de Teatro", O Avarento (Moliére) chega hoje ao Teatro Municipal de Bragança.
Até lá...
terça-feira, março 29, 2016
Posto de escuta...
Chegado ao mundo no passado mês de novembro (2015), MTV Unplugged - "El Libro de las Mutaciones" revisita temas emblemáticos da carreira de Enrique Bunbury (a solo) e da sua banda de sempre Héroes Del Silencio...
Um disco que "transporta"...
Fica uma das pérolas: La Chispa Adecuada (feat. León Larregui)...
terça-feira, março 22, 2016
terça-feira, março 08, 2016
De passos...
Pela Universidade de Aveiro e INET-md - Instituto de Etnomusicologia, Centro de Estudos em Música e Dança, a obra chegou ao (orgulhosamente) ao (físico) mundo...
terça-feira, março 01, 2016
segunda-feira, fevereiro 22, 2016
Leituras do momento...
“Após
sete anos sem publicar, a autora de culto Teresa Veiga regressa à ficção.
"Gente Melancolicamente Louca" transporta-nos para um universo
psicológico intenso onde o que parece quase nunca é, e onde os desvios
contra-intuitivos do enredo desconcertam sistematicamente o leitor. Com uma
escrita encantatória, acompanhamos o fluxo de consciência das personagens,
cujas vidas se desdobram em episódios cada vez mais inusitados.
«Teresa
Veiga não dá entrevistas e não revela a sua verdadeira identidade. Ignoramos a
sua idade e profissão mas uma certeza temos: Teresa Veiga escreve como poucos.
Passear pela leitura dos seus livros é um enorme, imenso prazer.» (Ana Costa,
Público)
«Teresa
Veiga é um dos nomes mais importantes da nossa ficção actual. Importância que
não deve ser diminuída pela sua recusa mediática. É, provavelmente, a nossa
melhor contista, e estes textos mostram como consegue romper as categorias
estabelecidas dos modelos ficcionais. A sua escrita está no cruzamento perfeito
entre as exigências do leitor geral de ficção e o leitor mais sofisticado. É,
para ambas as categorias, uma leitura muito recomendável.» (Pedro Mexia, Diário
de Notícias)
«Uma
escrita que sabe produzir os seus efeitos, que não se confunde com outras
escritas e se abre a subtilezas e jogos de significação de que apenas a boa
literatura é capaz.» (António Guerreiro, Expresso)
«Teresa
Veiga escreve de uma maneira que recebe sem favor o nome de estilo: com rigor e
sobriedade, a sua escrita revela um notável sentido da alusão, da ironia e do
humor e, retoricamente falando, um sentido do decoro, da necessidade de o
manter e da oportunidade para o perder.» (bel Barros Baptista, Público)”
sábado, fevereiro 20, 2016
sexta-feira, fevereiro 19, 2016
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