domingo, maio 19, 2019

segunda-feira, abril 29, 2019

sábado, abril 27, 2019

Leituras do momento...






Recentemente publicado, pela (excelente) Fundação Calouste Gulbenkian
"(...) Interessa-nos documentar o que somos e temos sido no campo das letras e das artes, da reflexão e do saber. (...)"

(FCG)


"(...) Não nasci senão para ver e ouvir. Imagem e som, arte e música. Eis uma das duas tábuas em que se desdobra este díptico do visível do audível: Da Música. (...)"


(E. Lourenço)


sexta-feira, abril 26, 2019

terça-feira, abril 16, 2019

Leituras do momento...



"Publicada originalmente em 1957, esta biografia autorizada tem acesso restrito às memórias íntimas que Calouste Sarkis Gulbenkian escreveu para explicar a origem e evolução do império petrolífero que fez dele o "homem mais rico do mundo" em meados do século XX. 
«Eu sei que a verdade nem sempre é apreciada por todos "escreveu" mas isso não me perturbará.» 
Nas páginas deste livro a sua personalidade enigmática confronta-nos , pois o autor teve a colaboração empenhada do filho do Senhor Cinco Por Cento, Nubar Sarkis Gulbenkian, cuja verdadeira proximidade do pai não foi afectada pelos conflitos superficiais entre ambos."
(in fnac.pt) 


sábado, março 30, 2019

Leituras do momento...



"No fim do primeiro volume, a abertura secreta que conduz à câmara de pedra na floresta afigura-se um nadinha diferente, enquanto o artista, obrigado a pintar as famílias dos alemães nazis, dá mostras de evidente transtorno. E agora, pergunta o leitor? Pois bem, neste segundo volume, as personagens estreitam laços, mergulhando de cabeça na insondável trama engendrada por Murakami, e as Metáforas Duplas pedem meças às Ideias. Do alto (leia-se, superioridade) dos seus setenta e pouco centímetros, o Comendador faz alarde da proverbial sabedoria e prossegue com as suas diatribes. 
O pintor e narrador da história, que gosta de preparar uma boa refeição caseira, mas que, em matéria de pensamento abstrato e matemático, é um zero à esquerda, prefere não fazer como os golfinhos (que têm a capacidade de pôr a dormir a metade esquerda ou a direita do cérebro)... e afoga as mágoas na cozinha e num copo de puro malte escocês. Ah, é verdade, o sino evapora-se e deixa de tocar às duas da matina. E ao narrador só lhe resta responder ao chamamento do poço, que é como quem diz, da câmara de pedra. O mistério adensa-se. 
À medida que trabalha afanosamente no retrato de Marie Akikawa, dando mostras de ter reencontrado finalmente a sua arte, o pintor recorda ao pormenor a irmã que morreu aos doze anos. Confrontado com o súbito desaparecimento de Marie, parece disposto a tudo para salvar a rapariguinha de treze anos: lutar contra javalis e vespas, os atacantes mais perigosos por aquelas bandas... e cavalos de Troia.
Sucedem-se episódios mais ou menos obscuros em que se cruzam memórias de uma Viena ocupada pelos nazis e do Massacre de Nanquim. A Noite de Cristal e a anexação da Áustria por Hitler. O suicídio do irmão de Tomohiko Amada, pianista que tocava primorosamente Chopin e Debussy, envolvido na resistência antinazi.

Poderá a História contribuir na luta contra a perda de memória? 
Atacado pela demência, o velho mestre à casa na montanha torna. 
A nossa alma volta sempre ao lugar onde mora o coração?

CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Uma história viciante e perturbadora em torno da solidão, o amor, a arte e o mal, com uma homenagem a O Grande Gatsby.»
ABC"

(in wook.pt) 

sexta-feira, março 29, 2019

segunda-feira, março 18, 2019