sexta-feira, julho 26, 2019
segunda-feira, julho 08, 2019
Leituras do momento...
"(...) Por causa de um poema, um tribunal bolchevique condena o conde Aleksandr Rostov a prisão domiciliária. Ficará retido, por tempo indeterminado, no sumptuoso Hotel Metropol. A prisão pode ser dourada. Mas é uma prisão.
Estamos em Junho de 1922. Despejado da sua luxuosa suíte, o conde é confinado a um quarto no sótão, iluminado por uma janela do tamanho de um tabuleiro de xadrez. É a partir dali que observa a dramática transformação da Rússia. Vê com tristeza os magníficos salões do hotel, antes animados por bailes de gala, serem agora esmagados pelas pesadas botas dos camaradas proletários. E vê-se obrigado a negociar a sua sobrevivência, num ambiente subitamente hostil.
Aos poucos, porém, o aristocrata descobre aliados no hotel, com quem partilha o seu amor pelo belo - e a defesa de valores morais que nenhuma ideologia poderá vergar. Faz-se amigo do chef, dos porteiros, do barbeiro, do encarregado da garrafeira, e com eles conspira para devolver ao Metropol a sua antiga e majestosa glória. Ao mesmo tempo, toma sob a sua proteção uma menina desamparada, a quem provará que a vida não se resume à luta de classes.
Amor Towles oferece-nos um dos mais requintados (e melancólicos) romances dos últimos anos.
Uma obra épica, habitada por uma galeria de personagens inesquecíveis e servida por uma escrita de uma elegância cada vez mais rara nas letras contemporâneas.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Uma obra de enorme charme, inteligência e sabedoria.»
Sunday Times
«(...) Amor Towles deixa de lado a descrição das estradas geladas, cruzadas por dachas, e retira-se para o caloroso lobby de um hotel. O Metropol, com todos os seus costumes e rotinas, é um mundo que vive por si só…»
New York Times Book Review
«Um grande romance em todos os sentidos, que abarca décadas e nos proporciona um inesgotável prazer, com o seu charme, sabedoria e digressões filosóficas. É um livro onde a crueldade de uma era é inútil contra a glória das relações humanas e das memórias que semeiam pelo caminho. Uma hábil síntese da moderna história da Rússia.»
Kirkus
«A lenta transformação do Conde Rostov decorre tendo como pano de fundo sublevações, repressão e guerra. Mas tal como o protagonista, gentil e pacientemente, o autor acompanha de perto os destinos dos indivíduos.»
Publishers's Weekly
«Escrita elegante, personagens deliciosas e uma forma engenhosa de contar histórias… Tem tudo o que um romance deve ter: charme, inteligência, poesia, generosidade. Uma absoluta delícia.»
Mail on Sunday
«Não lhe falta humor, sentido épico e humanismo, e uma tocante mensagem sobre a passagem do tempo.»
Sunday Telegraph
«Há tantas, mas tantas razões para nos apaixonarmos por este livro, enquanto acompanhamos o sempre admirável Conde. Melancólico, caprichoso, desconcertante.»
Sunday Express
«O que mais contribui para o prazer de ler este livro é a precisão estilística de Towles. Vezes sem conta, o autor consegue expressar o sentimento certo com uma surpreendente escolha de palavras. Uma delícia.»
Daily Express
«Numa era tão rude como a nossa, é um prazer encontrar um romance tão finamente acabado, com uma elegância de outras eras. Um Gentleman em Moscovo oferece-nos a oportunidade de reviver a arte perdida da aristocracia – em igual medida mundana e humanista.»
Washington Post (...)"
(in wook.pt)
sexta-feira, julho 05, 2019
Leituras do momento...
"Numa prosa escorreita conta-se um Japão em que o saber e o sentir do autor andam de mãos dadas. O pano de fundo é um conhecimento histórico e cultural sólido alicerçado numa estadia de década e meia no Japão e sobretudo numa curiosidade intelectual e abertura de espírito que suscitam acrescidas dimensões às leituras e às experiências. É neste pano de fundo denso que se inserem os episódios, os momentos, as paisagens que o autor destaca, tudo se moldando com as vivências e subjetividades assumidas e que tanto enriquecem o texto.
É um trabalho de síntese, sempre o mais difícil pelas opções que implica; e por isso mesmo o mais marcante, quando bem conseguido. A leitura deste texto proporciona a satisfação íntima de um diálogo com alguém que soube, da melhor maneira, interiorizar uma variada e rica experiência da vida, sobre um tema tão sedutor como o Japão."
(in wook.pt)
quarta-feira, julho 03, 2019
segunda-feira, julho 01, 2019
De efemérides...
Ágætis Byrjun (em português: Um Bom Começo) chegou ao mundo há 20 anos...
Muito obrigado (Enormes) Sigur Rós, pela produção de um dos discos da "minha vida"...
sábado, junho 22, 2019
terça-feira, junho 04, 2019
De concertos (e suas marcas)...
O (magnífico) Convento de São Francisco recebeu, a 02.05.2019, Mr. Benjamin Clementine & his Parisian Quintet, para uma memorável noite...
domingo, maio 19, 2019
Posto de escuta...
I Am Easy to Find assinala o (desejado) regresso dos The National.
Em repetidas (saborosas) audições...
Fica Rylan...
segunda-feira, maio 13, 2019
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