“(...) "Eu por mim, só Mozart, precisamente Mozart - pensou para si mesma Maria Leonídovna -, e não quero mais ninguém além de Mozart, nem é preciso". Decidira assim, não porque tivesse um amor doentio pela música, como acontece por vezes com damas de certa idade a quem é costume chamar "cultas", mas apenas porque na sua memória esse nome estava ligado, desde a primeira juventude e até agora, a qualquer coisa de tão elevado, transparente e eterno, que podia fazer as vezes de felicidade na vida de uma pessoa. (...)”