quinta-feira, agosto 05, 2021

terça-feira, agosto 03, 2021

Leituras do momento...



"(...) Uma história de sobrevivência num mundo onde a lealdade é puro instinto. «Nasci rafeiro, cruzamento de mastim espanhol e cão-de-fila brasileiro. Quando era cachorro, tive um daqueles nomes ternos e ridículos que põem aos cãezinhos recém-nascidos, mas já passou muito tempo desde então. Já me esqueci. Há muito que todos me chamam Negro.» Há vários dias que no bebedouro de Margot, local onde se reúnem os rafeiros do bairro, não há notícias de Teo nem de Boris. 

Por detrás deste desaparecimento adivinha-se algo tão sinistro que os restantes cães estão em permanente estado de alerta. Seguramente não se trata de nada de bom – é essa a desconfiança de todos e a certeza de Negro, que traz ainda no focinho e na memória as cicatrizes das lutas de outrora. Para ele, a sobrevivência é uma questão de instinto e de experiência. Leal e destemido, Negro embarca então numa perigosa viagem ao passado em busca dos seus dois grandes amigos. Neste romance negro assombroso, divertido e ao mesmo tempo esmagador, Arturo Pérez-Reverte narra, com a mestria de sempre, as aventuras de um cão num mundo bem diferente do dos humanos. 

Um mundo que se rege pelas mais elevadas regras – lealdade, inteligência e companheirismo – onde não há lugar para o politicamente correto ou para as convenções sociais. Um mundo em que por vezes há clemência para os inocentes e justiça para os culpados. Pleno de tensão dramática, Cães Maus Não Dançam brinda-nos com uma metáfora sobre a vida e os seus valores (ou a falta deles). (...)”


(in bertrand,pt) 

domingo, agosto 01, 2021

Posto de escuta...





Billie Eilish regressa com o (aguardado e por vezes difícil) segundo álbum: Happier Than Ever

Fica (já há muito avançado) My Future..


sábado, julho 31, 2021

De "sétima" recentemente vista...





"(...) Há vários anos que Pedro Almodóvar queria adaptar "A Voz Humana", de 1930, peça de Jean Cocteau à qual já tinha pedido elementos emprestados em filmes como “Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos”, de 1988, e há vários anos que o realizador espanhol queria fazer um filme em inglês. Tais vontades foram satisfeitas ao mesmo tempo, em plena pandemia, com esta curta-metragem de meia hora centrada numa mulher também à beira de um ataque de nervos, que acabou de ser deixada por um amante. (...)"


(in cinecartaz)



quarta-feira, julho 28, 2021

Posto de escuta...





Boy From Michigan marca o (excelente) regresso de John Grant.

Em repetidas (crescentes) audições.

Fica o belíssimo Billy... 



segunda-feira, julho 26, 2021

Leituras do momento....



"(...) Na biblioteca do faraó Ramsés II estava escrito por cima da porta de entrada: «Casa para terapia da alma». É o mais antigo mote bibliotecário. De facto, os livros completam-nos e oferecem-nos múltiplas vidas. São seres pacientes e generosos. Imóveis nas suas prateleiras, com uma espantosa resignação, podem esperar décadas ou séculos por um leitor.

Somos histórias, e os livros são uma das nossas vozes possíveis (um leitor é, mal abre um livro, um autor: ler é uma maneira de nos escrevermos).

Nesta deliciosa colheita de relatos históricos e curiosidades literárias, de reflexões e memórias pessoais, Afonso Cruz dialoga com várias obras, outros tantos escritores e todos os leitores.

Este é, evidentemente, um livro para quem tem o vício dos livros. (...)"

(in bertrand.pt)



terça-feira, julho 20, 2021

Leituras do momento...





"(...) O que faria se pudesse voltar atrás no tempo? 

Um romance tocante e inspirador.

Um rumor circula por Tóquio. Escondido num pequeno beco da cidade, dentro de uma cave, há um café com mais de cem anos. Com uma chávena bem quente, se nos sentarmos no lugar certo, oferecem-nos algo mais: a hipótese de voltar ao passado. Em Antes Que o Café Arrefeça, acompanhamos as viagens de quatro mulheres que procuram regressar a momentos determinantes das suas vidas para os mudar: falar com o namorado que partiu, ler a carta do marido com Alzheimer, ver a irmã pela última vez e conhecer a filha que nunca viu. Mas as viagens no tempo têm condições e riscos… e nada do que façam vai alterar o presente.

Uma mesa, um café e uma decisão.

Uma história sobre o amor, o tempo perdido e as oportunidades que o futuro nos reserva. (...)"


(in wook.pt)

domingo, julho 04, 2021

Leituras do momento...





"(...) A Invenção do livro na antiguidade e o nascer da sede dos livros.

Este é um livro sobre a história dos livros. Uma narrativa desse artefacto fascinante que inventámos para que as palavras pudessem viajar no tempo e no espaço. É o relato do seu nascimento, da sua evolução e das suas muitas formas ao longo de mais de 30 séculos: livros de fumo, de pedra, de argila, de papiro, de seda, de pele, de árvore, de plástico e, agora, de plástico e luz.

 

É também um livro de viagens, com escalas nos campos de batalha de Alexandre, o Grande, na Villa dos Papiros horas antes da erupção do Vesúvio, nos palácios de Cleópatra, na cena do homicídio de Hipátia, nas primeiras livrarias conhecidas, nas celas dos escribas, nas fogueiras onde arderam os livros proibidos, nos gulag, na biblioteca de Sarajevo e num labirinto subterrâneo em Oxford no ano 2000.

 

Este livro é também uma história íntima entrelaçada com evocações literárias, experiências pessoais e histórias antigas que nunca perdem a relevância: Heródoto e os factos alternativos, Aristófanes e os processos judiciais contra humoristas, Tito Lívio e o fenómeno dos fãs, Sulpícia e a voz literária de mulheres.

 

Mas acima de tudo, é uma entusiasmante aventura coletiva, protagonizada por milhares de personagens que, ao longo do tempo, tornaram o livro possível e o ajudaram a transformar-se e evoluir - contadores de histórias, escribas, ilustradores e iluminadores, tradutores, alfarrabistas, professores, sábios, espiões, freiras e monjes, rebeldes, escravos e aventureiros.

 

É com fluência, curiosidade e um permanente sentido de assombro que Irene Vallejo relata as peripécias deste objeto inverosímil que mantém vivas as nossas ideias, descobertas e sonhos. E, ao fazê-lo, conta também a nossa história de leitores ávidos, de todo o mundo, que mantemos o livro vivo.

 

Um dos melhores livros do ano segundo os jornais El Mundo, La Vanguardia e The New York Times (Espanha). (...)"


(in wook.pt)