domingo, setembro 18, 2022

Leituras do momento...





“(...) Seis deliciosas conversas que inflamam a paixão e o prazer de escutar música. Toda a gente sabe que Haruki Murakami gosta tanto de música moderna e de jazz como de música clássica. Esta paixão não só o levou a ser dono de um clube de jazz em Tóquio, o famoso Peter Cat, como a impregnar de referências e vivências musicais a maioria dos seus romances e contos. 


Neste livro, o escritor japonês mais famoso do mundo partilha com os leitores os seus gostos, as suas opiniões e, sobretudo, o desejo de saber tudo e mais alguma coisa sobre a arte da música, elemento de união entre milhões de pessoas espalhadas pelo mundo.

Ao longo de dois anos, Murakami e o seu amigo Seiji Ozawa, antigo diretor da Orquestra Sinfónica de Boston, mantiveram estas conversas, deliciosas a todos os títulos, sobre conhecidas peças de Brahms e Beethoven, Bartók e Mahler, sobre diretores de orquestra como Leonard Bernstein e solistas fora de série como Glenn Gould, sobre peças de música de câmara e sobre ópera. 


Enquanto os dois ouvem discos e comentam diferentes interpretações, os leitores assistem a sumarentas curiosidades e confidências que por certo os contagiarão e despertarão neles o entusiasmo e o prazer infindável de desfrutar da música com novos ouvidos.


Prefácio de Martim Sousa Tavares.

CRÍTICAS DE IMPRENSA

«Uma recolha de diálogos entre dois artistas apaixonados: o escritor mergulhado na música, na vida e nos romances e o talentoso maestro. Estas páginas compõem uma melodia encantadora.»

The New York Times (...)”


(in wook.pt)

 


 

segunda-feira, agosto 08, 2022

Leituras do momento...

 




"(...) Entre a poesia e a geografia, fragmentos de prosa poética que anotam uma paisagem, um casario, uma rua, o nome de uma árvore, o segredo escondido a meio de uma encosta. 

Livro múltiplo e absolutamente coeso, sobre miradouros e distância, árvores e tempo, rios e caminho; sobre fé, história, sobre ler, estar e ser, sobre Abrantes, Constância, Sardoal e o mundo inteiro. 

Textos ou lugares, talvez poemas. O livro é difícil de resumir, mas fácil de entender, claro como um mapa. Não saberemos realmente o que perdemos se não lermos, se não formos lá. 

José Luís Peixoto desafia-nos a acompanhá-lo ao longo de um território de paisagem e de escrita, de pequenas e de grandes descobertas, de enormes revelações. 

O lugar onde estamos é a vida. (...)"


(in almedina.net) 

domingo, julho 17, 2022

Leituras do momento...





“(…) Um desafio. Sete autores (Alice Vieira, Afonso Cruz, André Gago, David Machado, Catarina Fonseca, Isabel Stilwell e José Fanha). Catorze mãos.
Sete personagens inesquecíveis. Uma única história. Uma trama arrebatadora que contém de tudo, desde crimes misteriosos, o fantasma de uma avó violinista, flûtes de champanhe, um gato persa chamado Psiché que por vezes se vê obrigado a fazer de pêndulo de Foucault, uma caixa de violino suspeita de assassinato, uma taberna onde se canta o fado em Xabregas, e amor, amor em catadupas, uma grande paixão, desencontros terríveis, equívocos inexplicáveis, reencontros inesperados.
A aventura vai das avenidas de Paris, à Rua Heróis de Quionga, ao Teatro Nacional de São Carlos, ao cais de Xabregas e a um cacilheiro que parte para Veneza deixando um cadáver para trás. (…)”



(in wook)

terça-feira, junho 28, 2022

Leituras do momento...





"(...) Anders Kopf é um jovem aspirante a escritor que decide mergulhar na pobreza por um ano e afastar-se de um passado doloroso. É um exercício temporário cujo objectivo é melhorar a literatura. Com os seus novos companheiros faz um batismo de pobreza, pratica roubos colectivos em matadouros, partilha refeições suspeitas e sofre injustiças pedagógicas. Durante todo esse tempo, reescreve a sua própria história de orfandade e de crime.

Eeva Wiseman é uma bela capitalista que herdou do pai um antigo matadouro, relíquia macabra do século XX. Administra com agilidade maternal o seu império de negócios, na sombra voraz da globalização, ao mesmo tempo que ressuscita da ressaca de um grande acidente e de um desaparecimento absoluto.

O que têm Kopf e Eeva a oferecer um ao outro? Entre o amor e a amizade, qual a melhor máquina? A liberdade e o sexo; a pobreza e a abundância; o triângulo homem, mulher, animal, são estas as várias máquinas modernas que alimentam a literatura. (...)"


(in wook.pt)