domingo, janeiro 01, 2023

Leituras do momento...





“(...) Em Surrender, Bono escreve na primeira pessoa sobre a sua vida notável e sobre aqueles com quem a partilhou. Com uma voz única, Bono leva-nos até aos seus dias de juventude em Dublin, ao momento em que perdeu a mãe subitamente, aos14 anos, à improvável viagem dos U2 antes de se tornarem uma das bandas mais influentes de sempre, aos seus mais de 20 anos de ativismo, dedicados à luta contra a SIDA e a pobreza extrema. Num exercício de franca autoanálise e com uma dose saudável de humor, Bono abre a porta para a sua vida, a sua família e amigos e para a fé em que se apoiou, que o desafiou e que o moldou.


O subtítulo de Surrender40 canções, uma história é um piscar de olho aos 40 capítulos que compõem o livro, cada um evocando uma música dos U2. Bono criou ainda 40 desenhos originais para este livro e um vídeo, narrado por si, baseado nas suas ilustrações e divulgado hoje nas plataformas digitais dos U2, a partir do excerto de um dos capítulos do livro, Out of Control, no qual Bono narra o episódio da composição do primeiro single dos U2 a 10 de maio de 1978 - dia do seu 18.º aniversário.

 

«Quando comecei a escrever este livro esperava conseguir contar em maior pormenor o que apenas tinha deixado esboçado nas minhas canções. As pessoas, os lugares, as possibilidades de uma vida. Surrender é uma palavra carregada de sentimento para mim. Crescer na Irlanda nos anos setenta sempre pronto para a luta (musicalmente falando) não foi óbvio. Uma palavra a que regressei apenas quando organizei os pensamentos para escrever este livro. Ainda me debato com esta missão que me foi confiada. Na banda, no meu casamento, na minha fé, na minha vida enquanto ativista. Surrender é a história de um peregrino que não consegue avançar… Com uma dose generosa de diversão pelo caminho.» (Bono) (...)”

 

(in wook.pt)



terça-feira, dezembro 27, 2022

Posto de escuta (obrigatório 2022.V)


Habitual ritual de final de ano, numa série de cinco posts que pretendem partilhar as cinco obras discográficas que (mais) marcaram o (meu) musical ano.


Björk - "Fossora"


domingo, dezembro 04, 2022

Leituras do momento...

 

 



"(...) Uma memória de família, um diálogo com o irmão filósofo, uma meditação sobre a mortalidade e o medo da morte, uma celebração da arte e uma discussão sobre Deus.

Ateu aos vinte e agnóstico aos cinquenta e sessenta, Julian Barnes medita sobre a relação que temos com a nossa única certeza: o nosso desaparecimento. E, ao fazê-lo, passa necessariamente pela fé e pela ausência dela, pela memória, que se sedimenta em construções enganadoras, pela sua história familiar, escolar, estética - e por um extraordinário acervo de figuras históricas e da forma como, ao longo dos séculos, se confrontaram com a morte.

Maravilhosamente sério e divertido, surpreendentemente hilariante, Nada a Temer é uma demonstração do dom supremo de Julian Barnes, enquanto deambula pelo seu percurso - sempre pessoal - pela condição humana. (...)"


(in quetzaleditores.pt)

domingo, novembro 06, 2022

Leituras do momento...





"(...) Estendendo-se por um período que vai de 1941 a 2006, em Os Anos conta-se uma história que é simultaneamente coletiva e pessoal, transversal e intimista, de sessenta anos da vida de um país e da vida de uma mulher. Através de pequenos fragmentos narrativos, por meio da relação entre fotografias, canções, filmes, objetos ou eventos da história recente, mais do que uma desconcertante autobiografia, Annie Ernaux constrói uma recordação de um «nós», num relato sobre o que fica quando o tempo passa: «Tudo se apagará num segundo [...] Nem eu nem mim. A língua continuará a pôr o mundo em palavras. Nas conversas à volta de uma mesa em dia de festa seremos apenas um nome, cada vez mais sem rosto, até desaparecermos na multidão anónima de uma geração distante.» Galardoado com diversas distinções, entre as quais o Prémio Marguerite Duras 2008, em França, o Prémio Strega 2016, em Itália, e a seleção para o Prémio Man Booker Internacional de 2019, este livro confirmou Annie Ernaux como uma das mais importantes vozes da literatura francesa deste século.(...)"

(in bertrand.pt)