terça-feira, setembro 01, 2015
segunda-feira, agosto 17, 2015
Leituras do momento...
O amor turbulento de Oliveira e da «Maga», os amigos do Clube da Serpente, as caminhadas por Paris em busca do Céu e do Inferno, têm o seu outro lado na aventura simétrica de Oliveira, Talita e Traveler, numa Buenos Aires refém da memória.
A publicação de «O jogo do mundo» (Rayuela) em 1963 foi uma verdadeira revolução no romance mundial: pela primeira vez, um escritor levava até às últimas consequências a vontade de transgredir a ordem tradicional de uma história e a linguagem usada para a contar. O resultado é este livro único, cheio de humor, de risco e de uma originalidade sem precedentes.
Considerado o romance que melhor retrata as inquietudes e melhor resume o Século XX na visão latino-americana do mundo, desde a sua publicação, gerações de escritores são, de uma maneira ou de outra, devedoras de «O jogo do mundo».
Críticas de imprensa
« "Rayuela" / "O Jogo do Mundo" não é só o livro mais ambicioso e mais célebre do argentino Cortázar, nem é só um dos livros que, entre "Pedro Páramo" (1955), de Juan Rulfo, e "Cem Anos de Solidão" (1967), de Gabriel Garcia Márquez, ajudou decisivamente a "canonizar" a moderna literatura em castelhano das Américas, com boom ou sem ele. Num século (XX) de desvairadas "vanguardas" e experimentações, "Rayuela" é (independentemente da língua) um dos romances que mais "experimentou" e que consegui sobreviver à experiência. Com consciência crítica dela, com método e ironia.» (Mário Santos, Público)"
(in wook.pt)
quarta-feira, agosto 12, 2015
Leituras do momento...
"O novo volume da Enciclopédia da
História Universal, série distinguida com o Prémio de Conto Camilo Castelo
Branco. Mais uma vez, Afonso Cruz volta a desafiar os géneros e escreve um
volume de Enciclopédia que, afinal, é um romance em várias entradas: um conjunto
de histórias interligadas entre si, todas elas sobre o MAR, o seu apelo, o seu
fascínio. Histórias encantatórias a que não faltam personagens inesquecíveis,
como a do homem que tem o céu tatuado na pele ou o músico que lança cartas de
amor ao mar."
(in wook.pt)
segunda-feira, agosto 10, 2015
Leituras do momento...
“O êxito de vendas mais rápido de sempre.
O livro que vai mudar para sempre o modo como
vemos a vida dos outros.
Todos os dias, Rachel apanha o comboio... No
caminho para o trabalho, ela observa sempre as mesmas casas durante a sua
viagem. Numa das casas ela observa sempre o mesmo casal, ao qual ela atribui
nomes e vidas imaginárias. Aos olhos de Rachel, o casal tem uma vida perfeita,
quase igual à que ela perdeu recentemente.
Até que um dia...
Rachel assiste a algo errado com o casal... É
uma imagem rápida, mas suficiente para a deixar perturbada.
Não querendo guardar segredo do que viu, Rachel fala
com a polícia. A partir daqui, ela torna-se parte integrante de uma sucessão
vertiginosa de acontecimentos, afetando as vidas de todos os envolvidos.”
(in wook.pt)
quinta-feira, agosto 06, 2015
quarta-feira, agosto 05, 2015
segunda-feira, julho 27, 2015
quarta-feira, julho 22, 2015
Leituras do momento...
Mais do que um romance, O Homem sem Qualidades é o maior projecto romanesco, deliberada e quase necessariamente inconcluso e inconclusivo, da literatura do século passado. Um rio sem limites nem margens, que não desagua em nenhum mar conhecido, objecto inclassificável, para lá do "literário" e da ficção.
No momento da morte inesperada de Musil em 15 de Abril de 1942, no exílio de Genebra, O Homem sem Qualidades é verdadeiramente o "livro por vir", aquele cuja essência - no seu protagonista acentrado, no processo da sua génese, no cerne do seu pensamento - é a de um laboratório de possibilidades que o transformarão na obra aberta por excelência e na "tarefa criadora [mais] desmedida" da história da literatura moderna. O Homem sem Qualidades será, durante mais de duas décadas, a obra em processo de criação e transformação que se autonomiza e se impõe de forma obsessiva e implacável ao próprio criador, aprendiz de feiticeiro que a controla cada vez menos à medida que ela se vai transformando numa rede rizomática de possibilidades de crescimento e de perspectivas de finalização sempre adiada, que parece querer reflectir o próprio feixe aleatório de possibilidades que é aquilo a que chamamos "realidade". Se a ironia é neste livro, como diz Blanchot, "um dom poético e um princípio de método" que modula, não apenas a palavra mas também a própria composição romanesca, na oposição contrapontística permanente e irresolvida entre "a exactidão e a alma", a reflexão e os sentimentos, o indivíduo em busca de si e o mundo dos factos (nas vésperas da Primeira Grande Guerra), essa mesma ironia haveria de determinar todo o acidentado e contraditório processo de génese e de publicação deste objecto literário esquivo que, ao contrario do que frequentemente se tem dito, será mais um não-romance do que um anti-romance."
(in wook.pt)
quinta-feira, julho 16, 2015
De (atípicos) musicais espetáculos...
Esta noite, no Teatro Municipal de Bragança (Praça Norte), às 22h00...
“Violines, serruchos y otras hierbas”
O atípico violinista burguês apresenta neste concerto uma viagem através de alguns sons de incomuns instrumentos da sua coleção.
Música de baile e popular é o denominador comum desta proposta musical onde podemos apreciar o som incrível destes instrumentos mágicos que têm acompanhado a história da música e eles são tão desconhecido para a maioria do público em geral.
Além disso, novos sons e tecnologia aplicada à música também fazem parte dos ingredientes deste espectáculo.
Um concerto para toda a família e uma viagem através do tempo e da história, onde a música, o ritmo e os sons mágicos destes instrumentos incomuns nos fazem sorrir, voar com a imaginação e até mesmo dançar."
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