domingo, abril 22, 2018

Leituras do momento...




"Carlos Caballo é detido por tentar roubar de um museu o traje de Jorge Eleiécer Gaitán, líder político assassinado em Bogotá em 1948, em plena guerra do Estado colombiano com os narcotraficantes. Carballo é um homem atormentado em busca de sinais que lhe permitam destrinçar os mistérios de um passado pelo qual está obcecado. No entanto, ninguém, nem as pessoas que lhe são mais próximas, suspeita das verdadeiras razões da sua obsessão. O que liga o assassinato de Gaitán, cuja morte partiu em dois a história da Colômbia, e o homicídio do presidente americano John F. Kennedy? Como pode um crime ocorrido em 1914 marcar a vida de um homem no século XXI? Para Carballho, não existem coincidências e todos estes eventos estão intimamente relacionados. Depois de um encontro fortuito com este misterioso Vásquez (sim, o próprio Juan Gabriel Vásquez, que aqui deixa cair a máscara) sente-se compelido a esmiuçar os segredos de uma vida alheia, ao mesmo tempo que se debate com os momentos mais obscuros do passado colombiano. Uma leitura compulsiva e uma indagação magistral às verdades incertas de um país que ainda mal se conhece a si mesmo."
(in fnac.pt)

quinta-feira, abril 19, 2018

De Teatro...


Esta noite, no âmbito do '27 - Festival de Teatro', o TMB - Teatro Municipal de Bragança apresenta "O Último Dia de Um Condenado".
Até lá...

"O Último Dia de Um Condenado é uma adaptação a partir da obra homónima de Victor Hugo. É uma crítica mordaz à pena de morte, onde o autor questiona a justiça, pela barbaridade de tirar a vida a um ser humano, mesmo que culpado por um crime de sangue. É um manifesto a favor da abolição da pena de morte, publicado em 1862."


quinta-feira, abril 05, 2018

sexta-feira, março 30, 2018

Posto de escuta...






"(...) O álbum agora editado, com rearranjos ou novas composições, resulta de uma colaboração entre a própria Laurie Anderson e os Kronos Quartet

(...) Esta é uma obra predominantemente instrumental, de ambientes electroacústicos, durante a qual os Kronos Quartet elevam a sua arte orquestral a níveis quase épicos, surgindo a voz dela, sempre calorosa, mesmo quando é transformada digitalmente. (...) 
ouvindo a música, tantas vezes a arte do indizível, daquilo que as palavras não conseguem aclarar, sente-se o que ela tenta formular. O resultado é uma longa odisseia — cerca de 70 minutos de sons e palavras — que resulta numa espécie de ritual circular, com subtis vínculos electrónicos guiados pelos teclados, filtros, samples, violino e voz de Laurie Anderson e pelos violinos e violoncelos dos Kronos Quartet, num contínuo sonoro com tanto de dramático quanto de encantador e apaziguado.(...)"
(in público.pt)

Fica The Water Rises...

sábado, março 10, 2018

Leituras do momento...



«Não deveria contar nunca nada», começa por dizer o narrador desta história: Jaime ou Jacobo ou Jacques Deza. E, no entanto, a sua tarefa vai ser precisamente a de contar: contar tudo, até o que ainda não aconteceu. Entre a intimidade do casamento de Deza e as traições mortais da Guerra Civil Espanhola, Javier Marías tece uma história densa e apaixonante, que nada fica a dever aos melhores romances de espionagem. Pelo caminho, como no conjunto da sua obra, tece uma reflexão extraordinária sobre a natureza humana. Até que ponto podemos conhecer realmente os outros? E seremos capazes, nesse intento, de nos salvarmos da febre e da dor?
(in wook.pt) 

domingo, fevereiro 25, 2018

Posto de escuta...





French Touch é título de (interssante) disco de covers assinado por Carla Bruni.
A merecer ("invernais") audições...
Fica (o clássico) The Winner Takes It All...