domingo, maio 30, 2021

Posto de escuta...




bpm é o novo álbum de Salvador Sobral. 

Em repetidas (crescentes) audições. 

Fica sangue do meu sangue... 


sábado, maio 29, 2021

Leituras do momento...





“(...) Uma das mais interessantes revelações da literatura portuguesa contemporânea.

Num mundo em que a desumanização parece irreversível, um muro divide os homens.

Jonas e a sua jovem filha Aliss são conduzidos ao longo do imenso muro por um homem chamado Servantes. A missão é levar água aos menos favorecidos, talvez electricidade. Funcionário de uma organização internacional, Jonas debate-se com o ritmo hesitante da missão. O longo muro, o clima e a distância alimentam dúvidas sobre o significado de civilização, mas Jonas vai avançando, confortado pela pequena coragem das rotinas repetidas.

Enquanto isto, a filha torna-se mulher, devagar, tumultuosamente.

Aos desamparados, no entanto, não chegou ainda a água.

Uma desconstrução dos lugares confortáveis do Ocidente, Meio Homem Metade Baleia é uma narrativa notável que convida a uma poderosa e necessária reflexão (...)”


(in wook.pt)

sábado, maio 15, 2021

Leituras do momento...





"(...) Uma meditação sobre o poder do silêncio. Neste livro pessoal e atmosférico (e cheio de charme), entre o meditativo e o prático, Erling Kagge coloca três questões: 

1) O que é o silêncio? 

2) Onde pode ser encontrado? 

3) Por que razão é mais importante do que nunca? 

O que se segue são 33 tentativas de resposta a estas perguntas. Erling Kagge aborda um tema crucial para os nossos tempos e parte das suas extraordinárias experiências de vida para seguir por uma miríade de caminhos diferentes. «Não se trata de virar as costas ao que nos rodeia», diz, «mas de ver o mundo de uma forma mais clara». (...)"


(in wook.pt)


domingo, maio 09, 2021

sábado, abril 24, 2021

Leituras do momento...





"(...) Esta obra-prima da literatura brasileira ousou ser diferente num momento em que ser diferente era muito mais difícil. Surrealismo, humor nonsense, rebeldia, combate à hipocrisia e ao establishment são seus principais ingredientes. A narrativa, uma pseudobiografia em forma de diário, abriga as reminiscências de um herói bufão que vive em um hotel com um quê de claustro burlesco. 

Os funcionários do estabelecimento são sentinelas risíveis; o maîtreministra sopas e banhos aos hóspedes; o gerente é aficionado por disciplina e horários; sua esposa aplica injeções em quem encontra pela frente; para evitar ladrões, grades nas janelas. Hotel de luxo, campo de concentração, mas, na verdade, um hospital de alienados. 

Aqui o nonsense, embora delicioso, é só um pretexto: o que se pretende é a representação da realidade crua à qual tentamos inutilmente escapar, evidenciando o absurdo da existência e a vida bruta que expõe suas vísceras. Campos de Carvalho não transigiu um milímetro no propósito de aliar a um profundo sentimento humanista a implacável lucidez de quem desconfia e sabe que o mundo se finge de sério. E isso importa muito. (...)"


(in autentica.com.br) 



 

quinta-feira, abril 22, 2021

domingo, abril 11, 2021

Leituras do momento...





"(...) Uma sinfonia, a mais conhecida de Beethoven, o seu tempo, o seu significado, o seu anseio, a sua repercussão, política sim, até aos dias de hoje. Um quase ensaio original, por vezes polémico. (...)"

 

(in wook.pt)