terça-feira, março 29, 2022

Posto de escuta...



Never Let Me Go assinala o (excelente) regresso dos Placebo.

Em repetidas audições. 

Fica (o belo) Happy Birthday in The Sky... 

domingo, março 20, 2022

Leituras do momento...



"(...) Ele não tinha pátria nem rei, apenas um punhado de homens fiéis.
Não tinham fome de glória, apenas fome.
Assim nasceu um mito.
Assim se conta uma lenda.
Rodrigo Díaz de Vivar, o mítico herói espanhol também conhecido como El Cid - ou Sidi - é o protagonista deste romance. Um cavaleiro transformado em mercenário pelos acasos da vida, intrépido, fiel aos seus valores, venerado pelas suas hostes, temido pelos inimigos.
Sidi é uma homenagem de Arturo Pérez-Reverte a um dos mitos fundadores do seu país. E é também um livro de aventuras no seu estado mais puro. (...)"
(in wook.pt)
(Obrigado pela oferta, Jay)


domingo, fevereiro 13, 2022

Leituras do momento...





(...) Se pudesse escolher a melhor vida para viver, o que faria?

No limiar entre a vida e a morte, depois de uma vida cheia de desgostos e carregada de remorsos, Nora Seed dá por si numa biblioteca onde o relógio marca sempre a meia-noite e as estantes estão repletas de livros que se estendem até perder de vista. Cada um desses livros oferece-lhe a hipótese de experimentar uma outra vida, de fazer novas escolhas, de corrigir erros, de perceber o que teria acontecido se tivesse escolhido um caminho diferente. As possibilidades são infinitas e vários horizontes se abrem à sua frente.

Mas será que algum desses caminhos lhe proporciona uma vida mais perfeita do que aquela que conheceu? Na altura da escolha final, Nora terá de olhar para dentro de si mesma e decidir o que de facto lhe preenche a vida e o que faz com que valha a pena vivê-la.

A Biblioteca da Meia-Noite transformou-se num bestseller a nível internacional, com um milhão de livros vendidos em todo o mundo. (...)”

 

(in wook.pt) 

sexta-feira, fevereiro 04, 2022

quarta-feira, janeiro 26, 2022

Leituras do momento...





“(...) Estendendo-se por um período que vai de 1941 a 2006, em Os Anos conta-se uma história que é simultaneamente coletiva e pessoal, transversal e intimista, de sessenta anos da vida de um país e da vida de uma mulher. Através de pequenos fragmentos narrativos, por meio da relação entre fotografias, canções, filmes, objetos ou eventos da história recente, mais do que uma desconcertante autobiografia, Annie Ernaux constrói uma recordação de um «nós», num relato sobre o que fica quando o tempo passa: «Tudo se apagará num segundo [...] Nem eu nem mim. A língua continuará a pôr o mundo em palavras. Nas conversas à volta de uma mesa em dia de festa seremos apenas um nome, cada vez mais sem rosto, até desaparecermos na multidão anónima de uma geração distante.» Galardoado com diversas distinções, entre as quais o Prémio Marguerite Duras 2008, em França, o Prémio Strega 2016, em Itália, e a seleção para o Prémio Man Booker Internacional de 2019, este livro confirmou Annie Ernaux como uma das mais importantes vozes da literatura francesa deste século. (...)”

 

(in almedina.net)

 

domingo, janeiro 23, 2022